O capitalismo global de Giddens
Os defensores da “terceira via” lançam um livro que discute o que há de novo no capitalismo global. Pode ser que alguns acreditem que não há nada de novo, apenas a agudização de antigos problemas e fenômenos sociais já existentes. Por incrível que pareça, o livro surpreende com discussões interessantes e que subsidiam algumas “boas conversas” sobre o tema. A leitura é fácil, pois se trata de uma coletânea de artigos. Fiquei surpresa com os debates trazidos por por Hochschild e por Sennet. Vale a pena ler. Mas enquanto não se compra o livro fiz uma resenha para quem se interessar.
Resenha em formato doc: No limite da racionalidade
Saúde: a demanda imaterial do Serviço Social
A Saúde é um campo desafiador para os assistentes sociais e o âmbito hospitalar sempre possibilita novos desafios para a profissão. Uma concepção integral de saúde se constrói na rotina do assistente social que trabalha com a dor, a morte e o adoecimento. Deixo aqui um texto que representa a tentativa de iniciar um debate sobre a concepção social de morte e vida quando esgotam as possibilidades científicas de tratá-las. A inserção do assistente social neste debate traz evidências que estamos construindo uma nova concepção de saúde, mesmo quando atuamos no espaço histórico da doença: o hospital. A “alta social” é uma ferramenta do assistente social que traz para nossa profissão a certeza da construção de uma outra forma de ver o “social” integrado à “saúde”.
Este texto foi publicado integralmente na Revista Serviço Social & Sociedade nº 82. Por isso, não esqueça de fazer citação!!!
Alta Social – a atuação do assistente social em Cuidados Paliativos
Menina LOAS no discurso
O primeiro pronunciamento do “novo” presidente foi marcado por um discurso que lembra uma das agendas principais do Serviço Social: fazer valer a LOAS. Lula disse:
“Nós provamos que com o pouco de distribuição de renda que nós fizemos, seja a política de distribuição de renda por meio do Bolsa Família, por meio do LOAS, por meio do crédito consignado, por meio do salário mínimo, por meio das conquistas que os trabalhadores brasileiros tiveram fazendo acordos com reajustes maiores do que a inflação, coisa que durante muitos anos não fazíamos, nós provamos que quando o povo tem um pouco de dinheiro, ele começa a comprar, a loja começa a vender, a loja começa a comprar da fábrica, a fábrica começa a produzir, começa a gerar emprego, começa a gerar distribuição de renda”.
Mesmo com alguns equívocos sobre a concepção de distribuição de renda associada ao emprego, estamos otimistas e vamos acompanhar!
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